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França cresce na capital paulista

 

Duas candidaturas avançam na pré-campanha para prefeitura paulistana.

Uma tem a marca da surpresa. É a de Márcio França, do PSB com apoio do PDT, governador do estado em 2018, após renúncia do tucano Geraldo Alckmin para concorrer à Presidência da República com exclusão no primeiro turno.

A outra era esperada: Bruno Covas (PSDB), herdeiro da prefeitura de São Paulo. Vai  buscar mandato completo, em outubro deste 2020. Era vice de João Doria, também da social-democracia, titular que se desincompatibilizou para disputar e ganhar o Palácio dos Bandeirantes, apesar de grande susto.

Perdeu para França, no segundo turno da capital que administrara, por mais de um milhão de votos. Interior garantiu-lhe renhida vitória. Placar final no estado: tucano, 51,75% de apoios; socialista, 48,25%.

 

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