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Maia tem sido mordaz com Bolsonaro

 

Recordar é viver, diz o romântico poema-canção. Vale, também, na dureza da política e, portanto, no Parlamento. Insinuações mordazes  de Rodrigo Maia (DEM-RJ) foram ouvidas no seu pronunciamento na abertura da sessão legislativa, 3 de fevereiro, ausente o presidente da República.

Disse o deputado-dirigente da Câmara:

“O Congresso está passando a ocupar um lugar que é seu por direito, como epicentro do debate e da negociação política”.

Maia falou da importância do Orçamento impositivo, mudança constitucional que engessou o poder de decisão do Palácio do Planalto sobre os gastos do governo.

Tem a palavra:

“Pela primeira vez, temos um instrumento que garante as decisões do Congresso que nortearão, de fato, o emprego dos recursos públicos”.

Ele dirige a Casa até fevereiro de 2021.

 

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