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Alckmin: “Apoio Bruno para prefeito”

Comunicação oportuna para evitar a primeira crise de 2020, ano eleitoral, no PSDB.

Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo, declara-se fora da disputa para prefeitura paulistana e revela “apoio na campanha e no voto” ao companheiro Bruno Covas, postulante ao segundo mandato.

Bruno não está bem na pré-campanha. Além das dificuldades físicas – aos 39 anos de idade, trata-se com quimioterapia do câncer diagnosticado entre estômago e esôfago –, há gravíssima questão ética no tucanato com envolvimento de excelências partidárias em corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Alckmin e senador José Serra são acusados. Deputado Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais que quase chegou ao Palácio do Planalto no confronto que Dilma Rousseff (PT) renovou mandato presidencial, é réu em primeira instância como corrupto passivo e tentativa de obstrução judicial.

João Doria, governador de São Paulo, não é apoiador de crédito na capital. Paulistanos não o perdoaram pela renúncia à prefeitura para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes e vencer com o carimbo da dramaticidade.

 

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