O Porquê do Blogue

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Do brilho à apatia na crônica tucana

 

Na fotografia de agora o PSDB mostra rosto de apatia. Com aspecto assim, entra frágil na campanha para prefeitos e vereadores, exceto em Brasília onde não há eleição municipal.

Em três grandes capitais – São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte – o otimismo foi substituído pelo sobressalto, embora governe, e talvez por isso, cidadãos paulistas e paulistanos.

Lideranças tucanas históricas fragilizaram-se com o passar do tempo. Fernando Henrique Cardoso isolou-se no reino da vaidade e Geraldo Alckmin foi eliminado na primeira fase da corrida ao Planalto.

João Doria, eleito governador do maior estado da federação em dramático segundo turno de 2018, é olhado com cisma pelas referências da social-democracia.

Aécio Neves, uma esperança mineira que se transformou em chocante decepção na República Surrealista dos Trópicos, nem aparece nas ruas de sua antiga e consagrada base política.

Tucanato fluminense foi sempre desnutrido, mas agora é enfermo. Dirigido por ex-apaixonados bolsonaristas, o PSDB é uma piada sem graça narrada por amadores que posam como aspirantes a líderes.

 

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