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Corrupção na trajetória de Crivella

 

Marcelo Crivella é um dos exemplos notórios de fariseus políticos e pregadores que profanam a religiosidade. O hoje rejeitado prefeito do Rio de Janeiro foi ministro (Pesca) na presidência Dilma Rousseff e duas vezes senador da República.

A Câmara de Vereadores o absolveu no primeiro pedido de impeachment. O de agora tem novos complicadores, porque são sólidas as denúncias de corrupção passiva que atingem o governante municipal filiado ao Republicanos (ex-PRB).

Crivella, bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, criada e dirigida por Edir Macedo, seu tio, consolidou ascensão política como compositor de música religiosa e apresentador de programa (no rádio e na tevê) que pregava: “O Brasil precisa orar”

 

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