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Candidaturas avulsas, meta de Janaina

 

Recordista nacional de votos para assembleias legislativas e Câmara Federal em todos os tempos – 2,031 milhões, em 2018 –, a deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) sugere, como primeiro passo para reforma política, abertura de candidaturas avulsas ou independentes.

Entende a advogada e professora de Direito que a aceitação não implica derrubada de partidos. Significa apenas admitir que alguém se voluntarie, “sem se submeter à vassalagem” dos dirigentes de legendas, a concorrer a mandatos de vereador a presidente da República.

Janaina analisa o ‘status quo’:

“A volumosa quantidade de dinheiro público destinada aos partidos atrai dois grupos de pessoas – as incapazes sem condições de vida fora da política  e as mal-intencionadas”.

Mais:

“Há gente boa? Há, mas em menor escala. Retiremos o dinheiro dos partidos e, logo, os encostados, que são muitos, vão procurar outros destinos”.

Pós-escrito: dia 9, próxima segunda-feira, no Supremo Tribunal Federal, pauta registra audiência pública para debater candidaturas sem aval partidário.

 

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