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Continuam mudanças no Ministério

 

Na Presidência da República, Jair Bolsonaro contabiliza substituição recorde de ministros antes de concluir o primeiro ano de ‘reinado’.

Demitiu quatro ministros de Estado, incluso o colombiano Ricardo Vélez, que passou pela pasta da Educação.

Três outros: advogado Gustavo Bebianno, hoje ex-amigo, a quem entregara a Secretaria-Geral da Presidência da República; os militares Carlos Alberto dos Santos Cruz (Ministro-Chefe da Secretaria de Governo), também ex-amigo, e Floriano Peixoto, que deixou o Planalto para dirigir os Correios.

Continuam substituições de excelências, como o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Caminha para deixar a Casa Civil e voltar à Câmara possivelmente como líder do governo.

Ampliadas acusações de corrupção a Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG), o deputado licenciado e ministro do Turismo foi denunciado pelo Ministério Público e é investigado pela Polícia Federal.

Pós-escrito: há mais dois pendurados porque o desempenho não agrada a quem manda.

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