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Não e sim para o filho do presidente

 

“Às vezes, parece que Bolsonaro brinca de ser presidente e isso é muito sério”.

Comentário da senadora Mara Gabrilli (foto), tucana paulista, sobre possível indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do governante brasileiro, para embaixador nos Estados Unidos.

Vários colegas de Gabrilli – portanto, julgadores de quem é escolhido pelo Planalto para representar o Brasil no exterior – aprovam, com ressalvas.

Exemplo: Mecias Jesus (PRB-RR), que ocupa cadeira na Comissão de Relações Exteriores, vota a favor “embora designação seja inadequada, mas não é ilegal”.

Pronunciamento de Zequinha Marinho (PSC-PA), também integrante do colegiado técnico:

“Se fosse eu o presidente da República, não convocaria meu filho, mas, se ele convocar, deve ser porque o rapaz tem condições”.

Tem a palavra o presidente da Comissão de Relações Exteriores no Senado, Nelsinho Trad (PSD-MG):

“O Eduardo não chegou onde chegou só pelo sobrenome. Ele tem as virtudes dele também. Vou votar a favor e vou ajudar para que o nome dele seja aprovado na comissão e no pleno da Casa”.

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