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Celso de Mello aponta futuro de Lula

 

Houve esforço renovado de Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, dois ‘abnegados’ ministros da Segunda Turma do STF, mas Lula da Silva continua preso na Superintendência da Polícia Federal de Curitiba.

Impetrado pela banca de defesa do ex-presidente da República, o habeas corpus aguarda definição da agenda do Supremo a partir de agosto. Até lá, o Judiciário está em recesso rotineiro do meio de ano.

Solicitado em novembro de 2018, o pedido de HC foi negado por Cármen Lúcia – agora, presidente da Segunda Turma – e Edson Fachin. Faltam os votos de Mendes, Lewandowski e Celso de Mello.

O pronunciamento de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal, é fundamental. Indicado na presidência José Sarney, o paulista chegou à Corte dia 17 de agosto do ano 1989.

Entende-se como definidos, sim, os pronunciamentos de Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski a favor do acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Foi Fernando Henrique Cardoso quem indicou Mendes ao Senado, Casa da confirmação, em 2002. Quatro anos depois, Lula encaminhou Lewandowski.

Pós-escrito: o Caso Lula pode ir para o pleno da Suprema Corte.

 

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