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Recesso interrompe pauta do Supremo

 

Eleita semana passada, Cármen Lúcia assume hoje (25) presidência da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal.

Mineira ganhou a toga no governo Lula da Silva. Antecedeu paulista Dias Toffoli na presidência da Corte, mas só agora dirige o grupo de cinco.

Quinteto julga suspeição de Sergio Moro, então juiz federal que condenou à prisão o ex-titular do Palácio do Planalto no processo apelidado Tríplex do Guarujá.

Além de Cármen Lúcia, atuam, no bloco, Celso de Mello, Edson Fachin, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.

Julgamento começou em dezembro de 2018, mas foi interrompido porque Mendes pediu vista. Cármen e Fachin se pronunciaram contra o pedido da defesa de Lula.

Pautado, então, para este junho, o caso foi retirado da agenda e voltará após recesso do Judiciário que vai até fim de julho.

Decano Mello decidirá com o seu voto, comentam especialistas em decisões da Suprema Corte.

Interrogação: por quê?

Resposta: Mendes e Lewandowski empatam a contagem no contraponto à opinião de Cármen Lúcia e Edson Fachin.

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