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Doria teve apoio de Alckmin para subir

 

 

Há sinais recorrentes da ingratidão de João Doria, novo ‘coronel’ do tucanato, a Geraldo Alckmin.

Ex-presidente do PSDB e quatro vezes governante dos paulistas, o médico nascido em Pindamonhangaba, onde foi vereador e prefeito, incentivara ascensão política de Doria.

Primeiro, ao contrariar excelências da social-democracia que rejeitavam candidatura do empreendedor à prefeitura paulistana.

Segundo, novo apoio ao ‘amigo’ que cobiçava a governança estadual, apesar de novas críticas da cúpula partidária.

Alckmin, postulante pela segunda vez ao Planalto, renunciaria ao Palácio dos Bandeirantes para concorrer à sucessão de Michel Teme. Doria tratou apenas de sua dura campanha porque as pesquisas previam insucesso para o presidenciável já abandonado pelo tucanato.

João Doria, por diferença pequena de votos no segundo turno, ganhou o diploma para o Executivo do mais importante estado da República Surrealista dos Trópicos.

Seu projeto para 2022 é suceder a Jair Bolsonaro, a quem apoiou – e teve recíproca – na fase decisiva do embate presidencial.

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