O Porquê do Blogue

Brasil está no labirinto da indefinição. O momento estimula desafios e amplia debates. Tempo, portanto, da informação que detalha e da análise que orienta, ambas matérias-primas do jornalismo parceiro da verdade. Além da intermediação entre o fato e o leitor, este espaço pretende ser mais uma trincheira dos direitos e das garantias individuais. Também, da livre iniciativa e do enquadramento do Estado, ineficiente e caro, na prestação de serviços essenciais aos cidadãos, independentemente de cor, credo e gênero. Linha editorial independente exclui associação com o poder e a oposição, mesmo se forem reconhecidas a origem legal da conquista e a respeitabilidade do seu protagonismo. É compromisso. Acompanhe e critique.

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Notas curtas para leitura rápida

 

 

Em dissonância com a cúpula regional do PSL, grupo do partido defende candidatura da deputada Joice Hasselmann à sucessão do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB). Ela é líder do governo no Congresso ***** Na economia, nada ainda a tranquilizar. O Produto Interno Bruto, no primeiro trimestre estudado, caiu 0,2% ***** Entrevistado pela Globo News, Luís Roberto Barroso, ministro do STF, disse que o presidente Jair Bolsonaro se elegeu com “discurso antiestablishment” e, no entanto, para concretizar mudanças, “precisa negociar com o sistema que não mudou” ***** O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, levanta bandeira da criação de conta bancária em moeda estrangeira para brasileiros ***** Deputados Alexandre Frota e Nicolino Bozzella Júnior, da bancada paulista do PSL, querem o afastamento  do colega Eduardo Bolsonaro da presidência estadual da sigla. Alegação: ausências repetidas de Bolsonaro das reuniões partidárias regionais ***** Lembrete de Rodrigo Maia após participar, hoje, em Brasília, da Convenção Nacional do DEM: “Quando se trata de forma pejorativa os partidos, está se enfraquecendo a democracia brasileira” ***** Como perguntar (ainda) não paga imposto, eis a questão: o que houve para Fernando Haddad (PT-SP), respeitoso nas críticas aos adversários políticos, aderir ao vocabulário deselegante e, às vezes, raivoso? ***** “Há duas coisas que não se perdoam entre os partidos políticos: a neutralidade e a apostasia” (Mariano José Pereira da Fonseca – o Marquês de Maricá –, escritor e político brasileiro).

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