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Doria não divide bola se pode evitar

 

Governador de São Paulo, estado-país, João Doria (PSDB-SP) faz um agrado ao ego de dirigentes dos Três Poderes que não estão bem nos comentários das ruas surpresas e cobradoras.

“Crítico de confrontos dispensáveis”, como ele próprio se posiciona, o tucano apoia o pacto protagonizado pelos presidentes da República, da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal.

Arguto nos desvios de explicações complicadas, Doria tem a palavra:

“Com paz, ter o foco na reforma da Previdência, que é fundamental para o país, e, na sequência, nas demais reformas”.

Não se duvida que ele agradou, de uma só vez, a Jair Bolsonaro (PSL), deputado Rodrigo Maia e senador Davi Alcolumbre, ambos do DEM, e ao ministro Dias Toffoli, assessor do PT no início da atividade jurídica que o levou à Suprema Corte.

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