O Porquê do Blogue

Brasil está no labirinto da indefinição. O momento estimula desafios e amplia debates. Tempo, portanto, da informação que detalha e da análise que orienta, ambas matérias-primas do jornalismo parceiro da verdade. Além da intermediação entre o fato e o leitor, este espaço pretende ser mais uma trincheira dos direitos e das garantias individuais. Também, da livre iniciativa e do enquadramento do Estado, ineficiente e caro, na prestação de serviços essenciais aos cidadãos, independentemente de cor, credo e gênero. Linha editorial independente exclui associação com o poder e a oposição, mesmo se forem reconhecidas a origem legal da conquista e a respeitabilidade do seu protagonismo. É compromisso. Acompanhe e critique.

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Notas curtas para leitura rápida

 

Líder da Maioria na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) recomenda aos políticos serenidade, “exigência do momento”, e acreditar no bom senso do presidente Bolsonaro “porque ele tem a delegação do povo para conduzir o Brasil” ***** Na hipótese de acordo em desenho a concluir, deputada paranaense Gleisi Hoffmann conquista o segundo mandato na direção nacional do PT ***** Respeitadas exceções carimbadas, Fábio Wajngarten corresponde às expectativas favoráveis dos jornalistas. O empresário é novo titular da Secretaria de Comunicação do Planalto ***** “Não há crise no governo”, afirma o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. O ex-juiz, outrora versátil nos seus comentários, opta para ficar fora do debate político em crescimento nervoso ***** O Brasil gasta 28% de seu Produto Interno Bruto (PIB) para pagar a folha de pagamento dos servidores ativos e a aposentadoria dos inativos do funcionalismo público e da iniciativa privada. Para educação, 6% ***** “Votei em Bolsonaro – o pai – para governar o Brasil, não em nenhum dos filhos que insistem nas ações de adolescentes”. Comentário é de parlamentar paulista no primeiro mandato, referendado por companheiro do Rio de Janeiro ***** “O problema das forças de esquerda é que deixamos nossas ideias ficarem obsoletas em velocidade menor do que a obsolecência das técnicas e do mundo ao redor. Perdemos a capacidade de explicar a dinâmica social” (Cristovam Buarque, escritor, professor e político brasileiro).

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