O Porquê do Blogue

Brasil está no labirinto da indefinição. O momento estimula desafios e amplia debates. Tempo, portanto, da informação que detalha e da análise que orienta, ambas matérias-primas do jornalismo parceiro da verdade. Além da intermediação entre o fato e o leitor, este espaço pretende ser mais uma trincheira dos direitos e das garantias individuais. Também, da livre iniciativa e do enquadramento do Estado, ineficiente e caro, na prestação de serviços essenciais aos cidadãos, independentemente de cor, credo e gênero. Linha editorial independente exclui associação com o poder e a oposição, mesmo se forem reconhecidas a origem legal da conquista e a respeitabilidade do seu protagonismo. É compromisso. Acompanhe e critique.

Entre em contato!
walgom@uol.com.br

Tucanato está nas mãos de João Doria

 

Reavaliação dos rumos do PSDB não representa guinada à direita, comenta João Doria, governador de São Paulo e, no momento, principal referência nacional do partido.

Além da articulação para assumir o comando da legenda, via parceiro do seu catecismo político, cresce na presença enquanto líderes de ontem se distanciam.

Fernando Henrique Cardoso, presidente da República duas vezes, não comparece às reuniões da sigla e são poucos os contatos com amigos tucanos, mesmo pelo telefone.

José Serra, agora silencioso senador após denúncias de seu envolvimento em ações ilícitas – como corrupção passiva –, nem programa reeleição no pleito de 2022.

Geraldo Alckmin, ex-governador dos paulistas como Serra, também concorreu duas vezes ao Planalto. Na campanha de 2018, não conseguiu classificação ao segundo turno.

Fora do trio paulista em debandada, há o senador cearense Tasso Jereissati. Milionário, foi governador e comandou o tucanato no país. Não pretende continuar na política.

Sem comentários
Escrever um comentário