O Porquê do Blogue

Brasil está no labirinto da indefinição. O momento estimula desafios e amplia debates. Tempo, portanto, da informação que detalha e da análise que orienta, ambas matérias-primas do jornalismo parceiro da verdade. Além da intermediação entre o fato e o leitor, este espaço pretende ser mais uma trincheira dos direitos e das garantias individuais. Também, da livre iniciativa e do enquadramento do Estado, ineficiente e caro, na prestação de serviços essenciais aos cidadãos, independentemente de cor, credo e gênero. Linha editorial independente exclui associação com o poder e a oposição, mesmo se forem reconhecidas a origem legal da conquista e a respeitabilidade do seu protagonismo. É compromisso. Acompanhe e critique.

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Notas curtas para leitura rápida

 

Fernando Haddad encerra o assunto de candidatura a presidente do PT. O bem posicionado concorrente ao Palácio do Planalto em 2018 optou por dedicação à cátedra na Universidade de São Paulo. Até 2022, talvez ***** Eco das ruas é confirmado em pesquisa assinada pelo Datafolha. Em cada 100 pessoas, 22 aprovam o Congresso renovado e 32 classificam-no “ruim” ou “péssimo”. Deputados e senadores da legislatura iniciada em fevereiro são marcados como regulares por 41% ***** Amplia-se cerco a Michel Temer. Entre políticos e juristas, não será surpresa se o circunspecto emedebista acompanhar o popular petista Lula da Silva na prisão. E pelo mesmo crime: corrupção passiva ***** Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná, quinto PIB entre estados brasileiros, considera debate direita-esquerda deslocado na pauta nacional ***** Metade do funcionalismo público se aposentará nos próximos cinco anos, segundo levantamento do Ministério da Economia. Paulo Guedes, titular da pasta, antevê “enxugamento da máquina pública”.  Pilheria na sequência: “Impedirá, por exemplo, que haja mais ascensoristas do que elevador em alguns prédios e mais motoristas do que carros nas repartições” ***** “A história na democracia se faz com vitórias e com derrotas também. As vitórias incentivam e derrotas ensinam, são elucidadoras, são profiláticas” (João Doria, governador de São Paulo).

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