O Porquê do Blogue

Brasil está no labirinto da indefinição. O momento estimula desafios e amplia debates. Tempo, portanto, da informação que detalha e da análise que orienta, ambas matérias-primas do jornalismo parceiro da verdade. Além da intermediação entre o fato e o leitor, este espaço pretende ser mais uma trincheira dos direitos e das garantias individuais. Também, da livre iniciativa e do enquadramento do Estado, ineficiente e caro, na prestação de serviços essenciais aos cidadãos, independentemente de cor, credo e gênero. Linha editorial independente exclui associação com o poder e a oposição, mesmo se forem reconhecidas a origem legal da conquista e a respeitabilidade do seu protagonismo. É compromisso. Acompanhe e critique.

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Frases curtas para leitura rápida

Barbárie em Madri: grupo brasileiro agrediu, com palavrões, a ex-presidente Dilma Rousseff (foto), do PT, no aeroporto. A petista é passado e foi castigada na eleição de 2018. Não conseguiu apoio para chegar ao Senado ***** Internado em hospital paulista, com pneumonia, o ex-governador Paulo Maluf (PP-SP) não tem previsão de alta ***** Aposta apoiada nos cálculos e, certamente, no otimismo. O empresário João Amoêdo, candidato ao Planalto, ano passado, pelo Novo, prevê geração de oito milhões de empregos formais, nos próximos quatro anos. Exigência da realidade: “Se a reforma da Previdência for aprovada na íntegra” ***** Lá vem possível barulho a ser provocado por partidos do Centrão. Ameaçam derrubada do Decreto que acaba visto para ingresso de estadunidenses no Brasil ***** Para ministro da Economia, Paulo Guedes, deputados e senadores são livres para modificação da Previdência Social. Terão, entretanto, de compensar, admoesta Guedes. Receituário técnico-compensatório será o instrumento: “Quer dar um pouquinho mais para as moças? Tira dos militares. Quer dar mais para os militares? Tira do rural” ***** “Sou obrigado a reconhecer que, com toda a corrupção de um tempo para cá, aquilo que encontramos no governo (Fernando) Collor deveríamos ter enviado para o juizado de pequenas causas” (Pedro Simon, político gaúcho).

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