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PSDB cai e Alckmin volta à medicina

Com algum atraso, recados de tucanos que se posicionam na ala dos limpos foram, enfim, entendidos pelos dissidentes da seriedade na relação com a vida pública.

Serão dispensados pelos vencedores nas urnas de 2018. Os vitoriosos são delicados no aviso do bota-fora partidário, mas não sinalizam aproximação com os que levaram o PSDB ao fundo do poço.

Geraldo Alckmin, várias vezes governador de São Paulo, mas único candidato da sigla ao Planalto que não chegou ao segundo turno, decidiu voltar à medicina. Ele continua uma interrogação sem resposta clara.

Acusados de corrupção passiva e outras malandragens – caso do deputado mineiro Aécio Neves – perderam alvará de permanência.

Na hipótese de resistência, herdam a massa falida.  O Partido da Social Democracia Brasileira fica, então, com os carimbados por deslizes éticos.

Continua em moda rebatizar legendas que fizeram história. Começou na ditadura militar e pode prosseguir nesse trânsito ainda sem o desenho dos caminhos.

Dos cacos de outubro do ano 2018 pode surgir um partido como os que nasceram na Europa com nomes que tentam definir uma ação.

Estrelas de unidades federativas importantes estão no jogo a ser marcado. Citem-se os governadores (ainda no ninho do tucanato) Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e João Doria, de São Paulo.

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