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No papel de guru, Olavo é agourento

Guru como Olavo de Carvalho expõe o protegido e, talvez, possa transformá-lo em referência de piada.

Ontem, no Trump International House, diante de uma centena de admiradores, o escritor brasileiro residente nos Estados Unidos surpreendeu a pequena plateia:

“Não sei quais são as ideias políticas do presidente Jair Bolsonaro, mas o apoio por ele ser homem honesto”.

Carvalho avançou no ataque à imprensa, uma de suas manifestações recorrentes, responsabilizando-a pela imagem de Bolsonaro ‘fascista e violento”.

Falou durante homenagem de Steve Bannon, estrategista político que teve Donald Trump como cliente, ao “brilhante intelectual brasileiro” com apresentação do documentário ‘Jardim das aflições” sobre a trajetória de Olavo Carvalho.

Pessimista sobre o futuro do governo Bolsonaro, com quem esteve “quatro vezes, apenas”, o oráculo da direita joga gasolina na fogueira do exagero para ampliar chamas de maluquice:

“O presidente está de mãos amarradas. Não sou capaz de prever, mas, se tudo continuar como está, já está mal. Não precisa mudar nada para ficar pior, é só continuar isso mais seis meses e acabou”.

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