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Gleisi e Ciro abrem jogo da baixaria

Prossegue troca de desaforos entre aliada radical de Lula da Silva e ex-ministro do petista que governou o Brasil.

Ela, Gleisi Hoffmann, paranaense de Curitiba, preside o PT nacional e, após passagem no Senado, representa seu estado na Câmara Federal. No intervalo, foi titular da Casa Civil na presidência Dilma Rousseff.

Contraponto é Ciro Gomes, paulista de Pindamonhangaba, mas, em verdade, cearense pela origem paterna e pela militância política. Além de administrar Fortaleza e o estado, foi auxiliar de Silva como dirigente da pasta de Integração Nacional.

Hoffmann e Gomes, ambos advogados, são briguentos com a marca de selvageria e palavreado vulgar.

Depois de se referir “a essa canalha da cúpula do PT” e dizer que Gleisi “é chefe da quadrilha”, Ciro foi denominado “coronel oportunista, ressentido e covarde” e explicou: “Quando a conjuntura exigia sua presença – após terceira derrota na disputa do Planalto e ausência na campanha do segundo turno –, fugiu para Paris”.

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