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2020 testa Jair e nomes para 2022

 

No final do segundo mês de chegada ao Palácio do Planalto, a ala civil do estado-maior político de Jair Bolsonaro identifica no PT o maior poder na oposição ao governo.

Ignora três centrais que agem separadamente na montagem de estrutura para o cerco ao presidente da República na campanha municipal do próximo ano e testarem possibilidade para o ‘trono’ federal.

Primeira:

Ficha limpa, bom discurso e aplaudido administrador, o governador (reeleito) do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), lançou-se candidato à Presidência da República. Foi ele quem derrotou duas vezes consecutivas a família Sarney. Tem empatia para unificar a esquerda e siglas próximas.

Segunda:

Ciro Gomes (PDT), embora derrotado três vezes na disputa do poder nacional, sempre esteve próximo de promoção ao segundo turno do embate. Foi tudo no Ceará e, com duas passagens na Esplanada dos Ministérios, tem verniz nacional. É preparado, mas exagera na agressividade.

Terceira:

Prefeito paulistano e, agora, governador do estado, com relevante capacidade para arregimentar apoiadores, João Doria (PSDB) entra na fila da sucessão de Jair Bolsonaro. São Paulo é o maio colégio eleitoral da República Surrealista dos Trópicos e o tucano é conquistador profissional de votos.

 

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