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Alcolumbre, uma opção contra Renan

Davi Alcolumbre (DEM-AP) não integrou o grão-ducado da Câmara dos Deputados, onde passou 12 anos, nem participa da ‘corte’ no Senado, aonde chegou em 2015 para o primeiro mandato.

O amapaense de Macapá, além de duas décadas na vida pública – foi, também, vereador na capital de seu estado –, é o que se denomina ficha limpa na corrupta vida pública brasileira.

Alcolumbre surge, para surpresa da Casa, dos veículos de comunicação e de seus conterrâneos como opção para presidente do Senado e, portanto, do Congresso Nacional.

Não é o primeiro da lista do bloco em condições de se opor ao retorno de Renan Calheiros (MDB-AL) ao ‘trono’ da Mesa Diretora. O alagoano, acusado de deslizes éticos, tem parceiros fieis e numerosos no colégio eleitoral.

Embora sem demonstração de interesse pelo cargo nobre, Tasso Jereissati (PSDB-CE) é opção com maior núcleo de apoiadores. O ex-governador do Ceará não é cultor de simpatias.

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