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Haddad para Ciro: “Você me convidou para ser seu vice”

“Acabo de ver o Ciro Gomes dizer que não pretende governar com o PT, mas, poucos meses atrás, me convidava para vice-presidente da sua chapa que chamava dream team, o time dos sonhos”.

Contraponto de Fernando Haddad à declaração do candidato pedetista se chegar à Presidência da República:

“Francamente, se puder governar sem o PT, eu prefiro. Nesse momento, o PT representa uma coisa muito grave para o país, porque transformou-se numa estrutura de poder odienta que acabou criando o Bolsonaro, essa aberração”.

Foi ontem, início da noite, durante debate de presidenciáveis realizado pela Rede SBT, Folha de São Paulo e UOL. Conforme Ibope, audiência média de seis pontos. Cada um representa 693,7 mil espectadores em todo o Brasil, informa o instituto.

Jogo parece fechado

Na recentíssima pesquisa do Ibope contratada pela Confederação Nacional da Indústria, Jair Bolsonaro e Fernando Haddad perderam um ponto percentual.

Candidato do PSL teve 27% das intenções de voto contra 21% do representante petista.

No segundo time, onde há expectativa de fugir da eliminação dia 7, primeiro domingo de outubro, Ciro Gomes (PDT) tem apoio de 12%, quatro pontos acima do tucano Geraldo Alckmin.

Marina Silva (Rede) manteve-se no ponto mais baixo das três tentativas de se eleger presidente do Brasil: 6% das intenções de voto.

Senador ganha governo

Ronaldo Caiado

Fosse agora visita às urnas, o senador Ronaldo Caiado (DEM) se elegeria, no primeiro turno, governador de Goiás. É apoiado por 45% a 47% dos eleitores ouvidos pelos institutos de pesquisa eleitoral.

Rival mais próximo, José Eliton (PSDB) crava 13%. Terceiro lugar é ocupado por Daniel Vilela (MDB), com 12%. Outros pretendentes somam oito pontos percentuais.

Primeiro suplente de Caiado, o emedebista Luiz Carlos do Carmo assume a vaga do democrata no Senado. Ganha quatro anos de mandato “para ajudar meu estado”.

FHC defende Alckmin

Fernando Henrique Cardoso, único tucano eleito presidente da República, entra em campo para defender Geraldo Alckmin, mal posicionado na corrida ao Planalto.

Sua pregação:

“Geraldo conhece a máquina pública e é tolerante. Neste momento de alta conflituosidade, os brasileiros querem alguém que não acirre conflitos”.

Mas, se o ex-governador de São Paulo não ultrapassar a barreira da eliminação, o sociólogo-tucano vota no petista Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo.

Registro em ata

Decisões monocráticas no STF não são exceções.

Repetem-se em número próximo às votações colegiadas.

Presidente da Corte Suprema empossado recentemente, Dias Toffoli anuncia mudança de cenário.

Soberania do voto 

Cesar Maia

Dois deputados corretos e eficientes, da bancada fluminense, ficam sem mandato parlamentar na legislatura iniciada em fevereiro de 2019.

Um é decano da Câmara: Miro Teixeira (Rede).

Referência do PSOL, o outro: Chico Alencar.

Ambos concorrem ao Senado, mas quem lidera a corrida pela primeira cadeira é Cesar Maia (DEM), ex-prefeito do Rio do Rio de Janeiro e pai de Rodrigo, deputado (quase) reeleito e candidato a continuar presidente da Câmara .

Segunda é de Flávio Bolsonaro (PSL). Maia computa 27% dos votantes; Flávio, filho de Jair Bolsonaro, 22%.

Terceiro lugar é ocupado por Lindbergh de Farias (PT), senador recandidato com a cobertura de 19 em cada 100 entrevistados.

Representante do PSOL foi carimbado na casa dos 11%; o redista, um ponto a menos.

Assim falou Rousseff

“De pé e com fé, porque nós vamos juntos fazer a reforma política. De pé e com fé, porque o Brasil será a verdadeira pátria educadora” (Dilma Rousseff, política brasileira).

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