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No cárcere, Lula tira atraso da leitura

Lula da Silva não é dado às leituras. Foi espontânea a revelação quando cumpria o primeiro mandato no Palácio do Planalto. Começou a tirar o atraso como hóspede da Polícia Federal, em Curitiba.

No curto período de cárcere – 11 dias –, leu dois livros e começou a passar as páginas do terceiro. Entrou firme em ‘Homo Deus’, obra do talentoso Yuval Noah Harari.

Israelense nascido em Haifa e doutor em História pela Universidade de Oxford (Inglaterra), Harari, também autor de ‘Sapiens – Uma breve história da humanidade’, é brilhante, como o qualifica ‘The Guardian’, diário britânico.

 

Saudados pelo mercado

Jair Bolsonaro, deputado fluminense inscrito no PSC, entrou na lista de aspirantes à Presidência da República com trânsito no mercado.

Ao tomar conhecimento da adoção, o cientista político Carlos Melo comentou: “O liberalismo econômico não está no DNA dele”.

Bem antes da recepção a Bolsonaro, grão-duques da produção e das finanças já cortejavam Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (MDB) e Rodrigo Maia (DEM).

Alvaro Dias

Tucano voa baixo

Regiões onde PSDB sempre foi bem votado para governança federal revelam, nesta pré-campanha, preferência por candidatos de outras siglas.

Sudeste é exemplo da preocupação do tucanato. Jair Bolsonaro aparece sempre adiante de Geraldo Alckmin, com diferença além de seis pontos percentuais.

Outra é o Sul, onde Alvaro Dias cooptou número expressivo de eleitores. Enquanto Alckmin contabiliza 5% das intenções de votos, o senador paranaense, recém-filiado ao Podemos, soma até 16%.

Assim falou Bernstein

“É evidente que você vende candidatos da mesma forma que sabão ou cera ou o que for, porque, no fundo, essa é a única forma que qualquer coisa é vendida” (Sid Bernstein, produtor musical estadunidense).

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